Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Sou poema (2009)

Montado em nuvens de esperança renascida

Cabelo desgrenhado pelo vento da confiança

Cavalgo com rédea solta estes prados do desejo

Onde os Lírios da paixão beijam a luz do Sol

Nas planícies onde o orvalho da manhã descansa

Pétalas de Rosas vermelhas perfumam o olhar

Zunem as abelhas polinizadas

Ouve-se o canto da Cotovia fora de época

Mariposas multicolores traçam seu rumo

Uma Coruja dorme o sono dos justos

Bebo amor da fonte de lábios sedentos

Mato a minha sede ansiosa nos regatos do ensejo

Sacio esta avidez de consolo nos braços ternos da poesia

Nasci poeta de um ventre rimado

Meu nome é somente um verso por aclamar

Sou apenas poema sem métrica, mas poema

 

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publicado por manu às 17:36
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