Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Solidariedade lusa (2010)

Ouve-se a voz ríspida da natureza

um ralhar acompanhado de pranto

descem mil trevas sobre o encanto

ignorando se é uma ilha de beleza

 

Força provida de uma fatal dureza

nos humanos causa vasto espanto

então o desespero aparece e é tanto

nos rostos nada mais há que tristeza

 

No meio de tanta angústia e aflição

num caos instalado de ignota lama

ouve-se lamentar a sorte madrasta

 

O povo luso em uníssono dá a mão

vai solidário acudir quem o chama

na hora difícil o povo não se afasta

 

Poema dedicado a todos os habitantes da ilha da Madeira, que estão a viver uma tragédia.

publicado por manu às 07:38
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